|
Introdução e História
No dia 31 de Agosto de 1997 o mundo inteiro ficou em choque ao saber da trágica morte de Diana. Seu carro bateu, em alta velocidade, contra uma coluna de concreto no túnel Pont de L'Alma em Paris.
A investigação sobre o acidente de carro na França durou dois anos, tornando-se a mais longa e cara da história. O inquérito foi liderado pelo juiz Herve Stephan, no qual concluiu que Diana morreu de forma trágica e sob terríveis circunstâncias – carro dirigido de forma perigosa por um motorista ébrio. O motorista Henri Paul tinha ultrapassado três vezes o limite legal de velocidade e apresentava vestígios de antidepressivos no sangue. Mas será que foi tão simples assim?.
Sete fotógrafos e um motorista foram presos e processados por contribuírem para o acidente que matou Diana, Dodi e Henri Paul. Mas o supremo tribunal Francês retirou as acusações de assassinato contra os paparazzi que perseguiram o carro da princesa.
Também existe o fato de um misterioso Fiat Uno branco ter saído, desgovernado, do túnel de Paris alguns segundos depois do acidente. Testemunhas disseram a policia que o motorista era um homem de aproximadamente 40 anos e que levava um cachorro grande na parte traseira do carro.
Apesar das marcas de tinta e pedaços das luzes de freio achadas no Mercedes S280 apontarem para o Fiat Uno, os investigadores não conseguiram encontrar o carro até o dia de hoje.
A principal testemunha e único sobrevivente, Trevor Rees-Jones, teve sérios ferimentos na cabeça e sofreu de amnésia durante vários meses após o acidente.
Em uma entrevista a um jornal, Rees-Jones disse que viu dois carros e uma motocicleta seguindo o Mercedes. Durante sessões com um psiquiatra, ele se lembrou que Diana chamou Dodi depois que a batida aconteceu.
A morte de Diana ainda está cercada de mistério e muitas pessoas se recusam a aceitar a versão oficial dos fatos.
|